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A mostrar mensagens de dezembro, 2013
De manhã. Bem cedo. Estás comigo. Dormimos juntos. Eu acordo. Viro-me para ti. Ainda dormes. Aproximo-me mais de ti. Bem juntinhos. Abraço-te. Sussurro (com um tom calmo e delicado - quase triste por te acordar, mas ansiosa por te ter a olhar para mim). Bom dia ____. E espero pelo teu olhar com um sorriso nos lábios. Ana Marques 

A origem de uma tese

"Brooke didn't know me because we hadn't shared anything, because everything we'd ever done together was really only stuff she'd done alone, while I watched through her window. I'd watched her do her homework a few nights ago, and knew that we had the same assignment, but that didn't count as doing it together because she didn't even know I was there. And then, when the phone rang and she picked it up and said hello to someone else, it was like a wedge between us. She smiled at the invader and not at me, and I wanted to scream, but I knew that no one was interrupting anything because I was the only one in the world who knew that anything was going on." Dan Wells “I’m (not) a serial killer”

Os teus olhos

Os teus olhos não são verdes, Os teus olhos não são castanhos, Os teus olhos são brilhantes!

O lixo de uns é o sustento de outros

A verdade é que até ter lido a noticia nunca tinha pensado sobre o assunto que retrata o presente documentário. Nunca me tinha questionado sobre o que acontece a materiais electrónicos que tenham perdido o seu valor inicial. Após a visualização do documentário surgem na minha cabeça diversas questões mas há uma que se me impõe sobre todas que é: "Como ou quem é que decidiu que esta cidade seria um aterro para todos estes aparelhos electrónicos?" Como terá sido o início desta história? O meio da história é dado a conhecer no filme. O final, esse não se afigura como um céu límpido. e-wasteland from David Fedele on Vimeo .