A memória é a coisa mais jovem.
Antes de mais quero aqui deixar bem claro que não sou nenhum crítico musical com um certificado que o diga, nem penso ser a pessoa mais qualifica para vir dizer que aquelas músicas funcionam de uma forma harmoniosa ou que a composição é equilibrada e balanceada. Não tenho qualificações para tais afirmações, por isso não esperem nada de muito técnico do que vem para ai.
Quem me conhece sabe que a música é uma constante no meu mundo e que sem ela não viveria. De facto, a música é a minha amante, é aquela que nunca me deixa no silêncio que tem sempre uma palavra de conforto ou um incentivo a dar. Para quem não me conhece, bem agora já desconfiam o peso que a música tem na minha vida.
Como disse no princípio do texto sou um comum mortal no que diz respeito a teoria musical e a crítica “especializada” (nem sei se isto existe, mas devem existir pessoas que pensam assim) seja do que for, apenas tenho a minha opinião que tenho sempre o maior prazer de partilhar. Toda esta conversa serve de introdução ao que me trouxe de facto aqui – vir falar de um grande projecto musical português que desde que surgiu fez as minhas orelhas fumegar – os Orelha Negra.
Este quinteto de super-talentosos músicos decidiu certo dia abalar o panorama musical português e graças a Deus e a tudo o resto que se possa agradecer, porque foi, de facto, uma autentica bomba que não deixou indiferente a quem foi tocado por ela.
Ainda em pequeno o rei do pop Michael Jackson, cantava “Oh Oh I've been blessed, someone Heaven sent (...) ” e apesar de estarem separados por alguns anos (coisa pouca na verdade) quem é me garante que já naquela altura Michael Jackson não falava de um grupo enviado pelo paraíso para nos dar boa música?!
Com isto tudo meus queridos leitores, percebem claramente que a melhor cura, seja para o que for, passa por deixar Orelha Negra fluir para dentro de vocês. Digo-vos que não há melhor remédio.
Para concluir deixo então o recto que se quiserem alimentar o vosso corpo e alma com boa música, não procurem mais…dêem-lhe Orelha Negra, porque esta nunca é demais.
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