Silêncio que as pessoas vão entrar
| Venenos Indispensáveis, Palácio Burnay |
Já ouvi várias vezes dizerem-me "Epá não tenho jeito nenhum para isso", mas mal sabem eles que com jeito ou sem jeito e, inclusive, sem a sua autorização fazem parte de uma gigantesca actuação, onde se representam os mais variados papeis. Estou a referir-me ao palco da vida, no qual entramos em cena mal nascemos e só o abandonamos quando se fecham as cortinas.
O teatro é algo lindíssimo. Uma ferramenta poderosíssima no auxilio da descoberta de nós mesmos e na experimentação dos nossos limites (se é que esses existem). É uma óptima forma de terapia.
Eu faço teatro, não profissional, mas, apesar de tudo, faz-me sentir como um gigante e preenche-me por dentro. Modéstia à parte, adoro receber palmas e ver o sorriso estampado na cara dos espectadores e do meus amigos actores no final do espectáculo (faz bem ao Ego).
O teatro recebeu-me de braços abertos em 2009 e desde então que tem sido uma viagem maravilhosa.
Por conseguinte, não podia deixar de mencionar aqui o MEU grupo de teatro. É apresentado pela sigla TUT que significa Teatro da Universidade Técnica e está a comemorar este ano o seu 30º aniversário, por isso tem uma bagagem repleta de diversidade. Posso com orgulho afirmar que sou um TUTiano e que o pretendo ser até o pano se fechar.
Para quem não deu por isso, hoje é o dia mundial do teatro e sinceramente todos deveríamos estar de parabéns, porque não é fácil ser actor (ser vivo) e estar constantemente em cena (vida).
"O actor é o atleta das emoções" (Júlio Martin da Fonseca)
Obrigado,
Uma salva de palmas
E muita merda (sem esquecer as molinhas).
| Comédia de Insectos, Teatro da Malaposta |
Comentários
Enviar um comentário