Amélie Poulain
Isto que vou passar a escrever está muito fresco, pois acabou de acontecer.
Que bela frase para iniciar um discurso, parece que vai ser anunciado algo de grande importância. Na verdade não se passou nada que vá afectar o curso natural do mundo, apenas acabei de (re)ver o filme "Le fabuleux destin d'Amélie Poulain".
Assim que acabei de ver o filme instalou-se em mim uma vontade de vir escrever sobre ele, algo que parece estranho visto que se trata apenas de um filme. Mas os filmes deixam marcas nas pessoas quer seja pela positiva ou pela negativa.
Se repararam, em cima coloquei entre parêntesis o prefixo "re" a antecer a palavra "ver" e a explicação para isto é que durante o meu percurso no secundário, mais propriamente entre o oitavo e o nono ano (não sei precisar de uma forma exacta) numa aula de Filosofia, se não estou em erro, visionei, mas a minha turma a película de que faço menção. À altura não fiquei com boa imagem do filme, não tomei atenção à trama do filme e penso que por estar habituado a ver filmes ora na minha língua materna ou na língua de sua majestade não aceitei bem um filme falado num dialecto estranho como o francês.
Durante muitos anos (até ao dia em que vos escrevo isto) hesitei em dar-lhe uma segunda hipótese, isto apesar de muitas pessoas que bem sei que são dotados de bom gosto me dizerem que o filme é de qualidade. É que sabem, a primeira impressão conta muito e é mais difícil reconstruir sobre uma impressão negativa do que numa de cariz positivo.
De há uns dias para cá tenho vindo a ouvir de uma forma assídua a banda sonora original do filme (composta por Yann Tiersen) que posso afirmar sem qualquer tipo de receio que é uma obra-prima e que se entrelaça harmoniosamente com o enredo.
Sobre o filme em si, resta-me apenas referir que é de facto é lindíssimo tal como me contavam, com subtilezas magnificas e cheio de esquemas e estratagemas como a própria Amélie apreciava.
Amélie é uma personagem credível com um mundo que eleva a fantasia a uma condição de realidade e que está orquestrada de uma forma soberba pela Audrey Tautou (actriz) que nos presentei com o seu belo sorriso.
Para finalizar, resta-me afirmar que o desenvolvimento humano é algo incrível e que nos permite adquirir sensibilidades e capacidade de criticar e, por conseguinte, admirar/rejeitar (não julguem que estas são as únicas hipóteses, mas para o caso são as que se evidenciam) algo que julgávamos estar distante da nossa compreensão. O desenvolvimento não é igual para todos, cada um toma o seu percurso no tempo adequado. Parece que para mim, consegui subir mais um degrau.
Deixo-vos aqui o belo sorriso de Amélie Poulain, uma rapariga como qualquer outra, mas no entanto tão distinta.
Que bela frase para iniciar um discurso, parece que vai ser anunciado algo de grande importância. Na verdade não se passou nada que vá afectar o curso natural do mundo, apenas acabei de (re)ver o filme "Le fabuleux destin d'Amélie Poulain".
Assim que acabei de ver o filme instalou-se em mim uma vontade de vir escrever sobre ele, algo que parece estranho visto que se trata apenas de um filme. Mas os filmes deixam marcas nas pessoas quer seja pela positiva ou pela negativa.
Se repararam, em cima coloquei entre parêntesis o prefixo "re" a antecer a palavra "ver" e a explicação para isto é que durante o meu percurso no secundário, mais propriamente entre o oitavo e o nono ano (não sei precisar de uma forma exacta) numa aula de Filosofia, se não estou em erro, visionei, mas a minha turma a película de que faço menção. À altura não fiquei com boa imagem do filme, não tomei atenção à trama do filme e penso que por estar habituado a ver filmes ora na minha língua materna ou na língua de sua majestade não aceitei bem um filme falado num dialecto estranho como o francês.
Durante muitos anos (até ao dia em que vos escrevo isto) hesitei em dar-lhe uma segunda hipótese, isto apesar de muitas pessoas que bem sei que são dotados de bom gosto me dizerem que o filme é de qualidade. É que sabem, a primeira impressão conta muito e é mais difícil reconstruir sobre uma impressão negativa do que numa de cariz positivo.
De há uns dias para cá tenho vindo a ouvir de uma forma assídua a banda sonora original do filme (composta por Yann Tiersen) que posso afirmar sem qualquer tipo de receio que é uma obra-prima e que se entrelaça harmoniosamente com o enredo.
Sobre o filme em si, resta-me apenas referir que é de facto é lindíssimo tal como me contavam, com subtilezas magnificas e cheio de esquemas e estratagemas como a própria Amélie apreciava.
Amélie é uma personagem credível com um mundo que eleva a fantasia a uma condição de realidade e que está orquestrada de uma forma soberba pela Audrey Tautou (actriz) que nos presentei com o seu belo sorriso.
Para finalizar, resta-me afirmar que o desenvolvimento humano é algo incrível e que nos permite adquirir sensibilidades e capacidade de criticar e, por conseguinte, admirar/rejeitar (não julguem que estas são as únicas hipóteses, mas para o caso são as que se evidenciam) algo que julgávamos estar distante da nossa compreensão. O desenvolvimento não é igual para todos, cada um toma o seu percurso no tempo adequado. Parece que para mim, consegui subir mais um degrau.
Deixo-vos aqui o belo sorriso de Amélie Poulain, uma rapariga como qualquer outra, mas no entanto tão distinta.

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