Ele: O meu amor por ti é como o Universo. Ela: É frio, escuro e vazio? Ele: Não, é infinito e continua em expansão!
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A mostrar mensagens de novembro, 2012
Epílogo (da vida?)
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Se não mentir a si próprio, descobrirá que é uma pessoa com limites e deixará de querer ir a todas, como fazem os fóbicos. Também não será dono da verdade nem tão importante como são os paranóicos. Não será o mais perfeito, o que fica para os obsessivos, nem tão brilhante ou poderoso como os histriónicos e psicopatas. Não será uma pessoa muito original, como os esquizofrénicos, nem um génio, como os maníaco-depressivos. Será apenas uma pessoa comum que aceita os desafios e os paradoxos da vida, faz o possível para, em cada momento, dar o que pode e actuar em conjunto com os outros. No entanto, tem de assumir a responsabilidade completa pelas suas acções. Afinal, todos fomos expulsos dos Paraíso e condenados à solidariedade. Fizemos das fraquezas forças e, uns com os outros, construímos coisas admiráveis. Convenhamos, entretanto, que tudo isto é muito complicado, pouco gratificante e difícil de fazer. Fácil, fácil, é mesmo tornar-se doente mental. Abreu, J. L. P. ...
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Imagino uma floresta em pleno Outono, o ar frio ainda é tolerável e as árvores começam a ficar despidas libertando folhas de um tom acastanhado que ao serem banhadas pelo Sol elevam o ambiente para um estado de plena quietude. No meio das trémulas árvores e das folhas dançantes uma luz brilha intensamente, de tal modo que por momentos pareceu-me que o Sol, a estrela que nos aquece e ilumina tinha corado. Que brilho será esse que despoleta diante de mim? Oh mas és tu, que me olhas nos olhos e me lanças um sorriso que me trespassa a alma. Todo o frio que tinha desaparece e é substituído por um calor que me aquece por dentro e me embala o coração. Perante tal cenário apenas me ocorre um pensamento, nada mais: - Amo-te!