Imagino uma floresta em pleno Outono, o ar frio ainda é tolerável e as árvores começam a ficar despidas libertando folhas de um tom acastanhado que ao serem banhadas pelo Sol elevam o ambiente para um estado de plena quietude.
No meio das trémulas árvores e das folhas dançantes uma luz brilha intensamente, de tal modo que por momentos pareceu-me que o Sol, a estrela que nos aquece e ilumina tinha corado.
Que brilho será esse que despoleta diante de mim? Oh mas és tu, que me olhas nos olhos e me lanças um sorriso que me trespassa a alma.
Todo o frio que tinha desaparece e é substituído por um calor que me aquece por dentro e me embala o coração.
Perante tal cenário apenas me ocorre um pensamento, nada mais:
- Amo-te!
No meio das trémulas árvores e das folhas dançantes uma luz brilha intensamente, de tal modo que por momentos pareceu-me que o Sol, a estrela que nos aquece e ilumina tinha corado.
Que brilho será esse que despoleta diante de mim? Oh mas és tu, que me olhas nos olhos e me lanças um sorriso que me trespassa a alma.
Todo o frio que tinha desaparece e é substituído por um calor que me aquece por dentro e me embala o coração.
Perante tal cenário apenas me ocorre um pensamento, nada mais:
- Amo-te!
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