Os meus olhos assim que te vislumbraram ficaram estasiados sem saber o que fazer, inquietos, nervosos por estar perante beleza. Não sabiam para onde olhar, se tivessem mãos não saberiam o que fazer com elas, ficariam a gesticular sem sentido. Pestanejei várias vezes as vistas para perceber se as vistas eram presentes. E eram. Cada piscar correspondia a um frame que me permitia reentrar na realidade, a realidade onde tu residias e onde tinha acabado de esbarrar.

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