Gin
Estou aqui.
Estou a alguns quilómetros de distância.
Tenho um copo de gin com o qual tento acalmar as saudades.
Saudades de te ter.
Bebo este gin e penso no teu corpo.
Nas suas curvas por onde caminho e me perco.
Pouso o copo e penso que este gin é fraco.
Não foi feito por ti.
Não é degustado a olhar-te.
Ouço o acompanhamento musical.
Joy Division.
A querer dizer-me que love will tear us apart.
Mentira de vidas vividas com apenas um copo de gin.
Uma casa com dois copos de gin é sinal de prosperidade.
De longas conversas cronometradas pelas ampulhetas de gelo.
Assim será a nossa casa.
Com este gin, brindo a esse futuro.
Dou um gole e sinto os teus lábios.
Os teus beijos a aquecerem o meu corpo.
A noite não é fria, mas o teu calor é bem vindo.
É aconchegante.
Outro gole e na ausência de cheiro, surge o teu perfume que vem do ondular do teu cabelo.
Do gingar do teu corpo ao som dos Nirvana.
Nunca soaram desta forma.
Sensual.
Um novo gole.
Fecho os olhos e vejo-me no infinito.
No infinito dos teus olhos.
Eles são a origem.
São de uma cor especial.
São da minha cor.
E como ficam brilhante quando acompanhados pela tua face rosada e envergonhada.
Aquela tímida vergonha dotada de uma doçura sincera.
Acentuada pelas minhas interpelações em honesto loop sobre a tua tua beleza.
Bela e bonita.
Uma obra-prima que trago sempre comigo, em cada recanto do meu ser.
Uma obra que prima por ser única e por me deixar tê-la.
E ela têm-me.
Ao contrário deste gin que é finito, eu e ela - nós - somos (o) infinito!
À nossa!
Estou a alguns quilómetros de distância.
Tenho um copo de gin com o qual tento acalmar as saudades.
Saudades de te ter.
Bebo este gin e penso no teu corpo.
Nas suas curvas por onde caminho e me perco.
Pouso o copo e penso que este gin é fraco.
Não foi feito por ti.
Não é degustado a olhar-te.
Ouço o acompanhamento musical.
Joy Division.
A querer dizer-me que love will tear us apart.
Mentira de vidas vividas com apenas um copo de gin.
Uma casa com dois copos de gin é sinal de prosperidade.
De longas conversas cronometradas pelas ampulhetas de gelo.
Assim será a nossa casa.
Com este gin, brindo a esse futuro.
Dou um gole e sinto os teus lábios.
Os teus beijos a aquecerem o meu corpo.
A noite não é fria, mas o teu calor é bem vindo.
É aconchegante.
Outro gole e na ausência de cheiro, surge o teu perfume que vem do ondular do teu cabelo.
Do gingar do teu corpo ao som dos Nirvana.
Nunca soaram desta forma.
Sensual.
Um novo gole.
Fecho os olhos e vejo-me no infinito.
No infinito dos teus olhos.
Eles são a origem.
São de uma cor especial.
São da minha cor.
E como ficam brilhante quando acompanhados pela tua face rosada e envergonhada.
Aquela tímida vergonha dotada de uma doçura sincera.
Acentuada pelas minhas interpelações em honesto loop sobre a tua tua beleza.
Bela e bonita.
Uma obra-prima que trago sempre comigo, em cada recanto do meu ser.
Uma obra que prima por ser única e por me deixar tê-la.
E ela têm-me.
Ao contrário deste gin que é finito, eu e ela - nós - somos (o) infinito!
À nossa!
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