A arte e os videojogos
Como acontece com provavelmente todos os convidados que já passaram (e vão passar) por este blog, o tema nunca será estabelecido à priori pelo proprietário, e como tal, decidi desmistificar certas situações que geralmente estão associados aos videojogos.
Nos dias de hoje é comum ver-se esta indústria manchada e tão desrespeitosamente falada por pessoas que raramente ou nunca pegaram num videojogo. Que os culpabilizam pela grande parte dos desastres e distúrbios de forma a desviar a atenção do que realmente importa em cada caso.
Infelizmente temos assistido todas as semanas que algures no mundo, uma pessoa morre ou deixa morrer o filho quando “supostamente” estava a jogar. E será isto culpa dos videojogos? Óbvio que não. Acredito até, que mais de 95% das situações se tratam de pessoas com uma irresponsabilidade tremenda que não sabe estabelecer limites e tomar precauções quando este se torna num vício tão grave que nos chega a negligenciar as prioridades.
E porque é que acho isto? Exactamente porque um videojogo é como um livro com vídeo ou como uma série interactiva. É como se víssemos dois ou três episódios de uma telenovela mas que pudéssemos definir o futuro dos intervenientes.
É pena que a maioria das pessoas não tenha a mínima noção do que custa produzir um videojogo a uma escala global. Desde um trabalho intensivo durante mais de 4 anos, com mais de 200 intervenientes e orçamentos que arrasam os filmes de Hollywood, a indústria dos videojogos está em constante crescimento e como tal necessita de ser considerada uma arte e um meio de entretenimento como qualquer outro, com o mesmo nível de respeito e aceitação.
Concluo assim, dizendo que se é alguém que menospreza os videojogos, pense duas vezes e tente-se lembrar da quantidade de pessoas que está por detrás de uma obra colossal como as que se vêem hoje em dia. Que não foi feita com o objectivo de provocar e libertar o instinto agressivo dos jogadores, mas sim colocar-lhes um sorriso nos lábios e uma satisfação tal que os restantes meios de entretenimento não oferecem.
Nos dias de hoje é comum ver-se esta indústria manchada e tão desrespeitosamente falada por pessoas que raramente ou nunca pegaram num videojogo. Que os culpabilizam pela grande parte dos desastres e distúrbios de forma a desviar a atenção do que realmente importa em cada caso.
Infelizmente temos assistido todas as semanas que algures no mundo, uma pessoa morre ou deixa morrer o filho quando “supostamente” estava a jogar. E será isto culpa dos videojogos? Óbvio que não. Acredito até, que mais de 95% das situações se tratam de pessoas com uma irresponsabilidade tremenda que não sabe estabelecer limites e tomar precauções quando este se torna num vício tão grave que nos chega a negligenciar as prioridades.
E porque é que acho isto? Exactamente porque um videojogo é como um livro com vídeo ou como uma série interactiva. É como se víssemos dois ou três episódios de uma telenovela mas que pudéssemos definir o futuro dos intervenientes.
É pena que a maioria das pessoas não tenha a mínima noção do que custa produzir um videojogo a uma escala global. Desde um trabalho intensivo durante mais de 4 anos, com mais de 200 intervenientes e orçamentos que arrasam os filmes de Hollywood, a indústria dos videojogos está em constante crescimento e como tal necessita de ser considerada uma arte e um meio de entretenimento como qualquer outro, com o mesmo nível de respeito e aceitação.
Concluo assim, dizendo que se é alguém que menospreza os videojogos, pense duas vezes e tente-se lembrar da quantidade de pessoas que está por detrás de uma obra colossal como as que se vêem hoje em dia. Que não foi feita com o objectivo de provocar e libertar o instinto agressivo dos jogadores, mas sim colocar-lhes um sorriso nos lábios e uma satisfação tal que os restantes meios de entretenimento não oferecem.
Filipe Mendes
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