Poema #2
O vulto das trevas
Caminhando com silêncio
Percorrendo as terras
Do meu pensamento
A luz aparece
O mundo acorda
O vulto adormece
Enforcado numa corda
Desprovido de sentimentos
Não conhece o amor
Sentindo os alentos
Da sua dor
A morte esquecida
Na palma da sua mão
A despedida desconhecida
Devido à solidão
O Mundo2011 ©Nuno Augusto
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