Luv
Reparei que ultimamente tenho escrito maioritariamente sobre a temática do "amor", mas, sinceramente, quem é que me pode culpar por querer dissertar sobre algo que me é querido e que nos ajuda a crescer como indivíduos, quer nas situações em que tudo corre bem como nas que parece que o mundo tirou o dia para nos tramar a vida (isto partindo do pressuposto que o individuo em questão é dito normal, porque, caso contrário estamos perante uma situação complicada).
E quem é que nunca sofreu por "amor"? Na minha mais modesta opinião quem nunca sofreu por amor não sabe o que perde, visto que só assim é que se consegue dar o devido valor e perceber o que este acarreta.
Se julgam que este (amor) é o único tipo que experimentamos estão bem enganados. Se tudo correr bem o "amor" surge nós ainda nem existimos fisicamente no mundo externo e isto é algo lindíssimo e faz-me sentir algum orgulho na espécie que pertenço. Será algo que nós irá acompanhar durante e quiçá após a nossa vida.
Nos humanos somos feios, porcos e maus, mas esta capacidade de amar (quando presente) é um presente ou, se preferirem, uma dádiva que temos que preservar e ouvi-la com bastante atenção.
E quem é que nunca sofreu por "amor"? Na minha mais modesta opinião quem nunca sofreu por amor não sabe o que perde, visto que só assim é que se consegue dar o devido valor e perceber o que este acarreta.
Se julgam que este (amor) é o único tipo que experimentamos estão bem enganados. Se tudo correr bem o "amor" surge nós ainda nem existimos fisicamente no mundo externo e isto é algo lindíssimo e faz-me sentir algum orgulho na espécie que pertenço. Será algo que nós irá acompanhar durante e quiçá após a nossa vida.
Nos humanos somos feios, porcos e maus, mas esta capacidade de amar (quando presente) é um presente ou, se preferirem, uma dádiva que temos que preservar e ouvi-la com bastante atenção.
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