Vamos fazer o amor
Fazer o amor, haverá expressão mais bonita que esta?
É um modo carinhoso de exprimir e concretizar o que sentimos/nutrimos por aquela pessoa que é tudo para nós e que nos faz sentir como sendo um objecto total.
Há uns tempos li um texto no blog do Fernanto Alvim (http://esperobemquenao.blogspot.pt/2012/03/o-mundo-precisa-de-fazer-amor.html) que em traços largos afirmava que as guerras persistiam, porque os seus impulsionadores ou se preferirem os seus defensores não praticavam suficientemente o amor, o que faz sentido, visto que as pulsões que deveriam ser expelidas aquando desse presente do desenvolvimento humano são reprimidas, mas esses impulsos nao podem ser retidos por tempo indefinido, acabando por encontrar um modo de serem libertados, não pela forma do amor, mas atravez de uma via agressiva e destrutiva.
Não posso afirmar com toda a certeza que tal iria acontecer, para isso teria que fundamentar a posição que estou a tomar, apesar de que desconfio que o que foi referido anteriormente possa estar presente, mesmo que numa quantidade ínfima e que, deste modo, possa contribuir para o desequilibro.
Com isto, só me resta deixar um apelo.
Pratiquem o amor e vão ver o mundo com outros olhos.
É um modo carinhoso de exprimir e concretizar o que sentimos/nutrimos por aquela pessoa que é tudo para nós e que nos faz sentir como sendo um objecto total.
Há uns tempos li um texto no blog do Fernanto Alvim (http://esperobemquenao.blogspot.pt/2012/03/o-mundo-precisa-de-fazer-amor.html) que em traços largos afirmava que as guerras persistiam, porque os seus impulsionadores ou se preferirem os seus defensores não praticavam suficientemente o amor, o que faz sentido, visto que as pulsões que deveriam ser expelidas aquando desse presente do desenvolvimento humano são reprimidas, mas esses impulsos nao podem ser retidos por tempo indefinido, acabando por encontrar um modo de serem libertados, não pela forma do amor, mas atravez de uma via agressiva e destrutiva.
Não posso afirmar com toda a certeza que tal iria acontecer, para isso teria que fundamentar a posição que estou a tomar, apesar de que desconfio que o que foi referido anteriormente possa estar presente, mesmo que numa quantidade ínfima e que, deste modo, possa contribuir para o desequilibro.
Com isto, só me resta deixar um apelo.
Pratiquem o amor e vão ver o mundo com outros olhos.
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